Ontem na aula de direito ambiental, o professor fazia uma observação, sobre o a teoria do antropocentrismo, em face dum fato da vida real.
Contava ele, que fora a o RJ visitar o irmão dele, e que chegara ao RJ às 6h da manhã e que a caminho da casa do irmão tinha visto um cadáver na rua e todos passavam tranquilamente pelo defunto sem dar mínima atenção, pois é fato corriqueiro.
Chegando à casa do irmão comentou com ele o fato que presenciou, mas o irmão dele apenas respondeu - Ah isso acontece todo dia, daqui a pouco tiram de lá!- pois bem, tomaram café juntos e depois saíram lá pelas 13h e o defuntão estava lá, estirado na calçada, tomando um bronzeado provavelmente, pois já não tinha mais aonde ir e que fazer mesmo né?
E depois é o homem que é o centro do universo segundo essa teoria do antropocentrismo? Nem morto, nem vivo o homem tem mais valor! O que importa hoje é o poder gravitacional do dinheiro, afinal ter é poder.
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terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
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